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REGULAMENTO TÉCNICO HOT CARS DE LIGA – 2018

 

SUBCATEGORIA: DIVISÃO 2

 

ARTIGO 1: VEÍCULOS E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS

ARTIGO 2: CATEGORIAS

ARTIGO 3: IDENTIFICAÇÃO

ARTIGO 4: CARROCERIA E DIMENSÕES

ARTIGO 5: PESO

ARTIGO 6: MOTOR

ARTIGO 7:TRANSMISSÃO PARA AS RODAS

ARTIGO 8: SUSPENSÃO

ARTIGO 9: FREIOS

ARTIGO 10: SISTEMA DE DIREÇÃO

ARTIGO 11: RODAS E PNEUS

ARTIGO 12: COMBUSTÍVEL

ARTIGO 13: LUBRIFICAÇÃO E ARREFECIMENTO

ARTIGO 14: SISTEMA ELÉTRICO

ARTIGO 15: EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA

ARTIGO 16: ESTRUTURA DE SEGURANÇA

ARTIGO 17: TELEMETRIA

ARTIGO 18: CONSIDERAÇÕES GERAIS

 

ARTIGO 1 - VEÍCULOS E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS

1.1 – VEÍCULOS PERMITIDOS A. Veículos importados: Esportivos dois (02) lugares fabricados com 30 anos ou mais, de produção descontinuada a partir de 1989, equipados com motor de quatro (4) cilindros, oito (8) válvulas, aspirado, desde que preservem a aparência e as soluções dos modelos de 30 anos ou mais. B. Veículos nacionais: Esportivos dois (2) lugares e com 30 anos ou mais Réplicas de fabricação nacional de carros clássicos, equipadas apenas com motor VW, quatro (04) cilindros, boxer, refrigerado a ar, incluindo-se, mas não se limitando a: Bianco, KarmannGhia, Karmann-Ghia TC, SP2, Puma, Dardo, Adamo, Santa Matilde, MP Lafer, Porsche Spider 550, Porsche 356, Porsche S 90 da Chamonix, Amazona ou Envemo, Lorena GT, inclusive em suas versões conversíveis, ressalvando-se questões relacionadas ao arco de segurança. Os modelos que se valeram das mesmas soluções que os VW Sedan (Fusca) deverão utilizar o chassi original VW, respeitando sua configuração original (motor a ar; suspensão dianteira e traseira original, sendo permitido o alongamento dos facões). Os veículos deverão preservar a aparência e as soluções originais dos modelos fabricados até o ano de 1988. Qualquer carroceria de veículo de antes de 1988, moldada em fibra de vidro, desde que montada sobre o chassi tipo plataforma VW Sedan (Fusca) e que respeite a distância entre eixos original. § - A eventual definição da adequação de um veículo específico ao acima previsto poderá ser estabelecida pelo CTDP da LDA

1.2 – Estrutura Todos os veículos deverão ter chassis (ou monobloco) original, ou tipo plataforma da linha VW, que nesse caso poderá ter sua parte traseira substituída pelo sub-chassis da VW Kombi.

1.3 – CHASSIS Todos tipo os veículos deverão ter ―monobloco , chassi / carroceria, no caso desta ser do original.

1.4 – MODIFICAÇÕES PERMITIDAS Tudo que não constar deste regulamento é expressamente proibido, sendo assim, todo item que não for contemplado neste r Em caso de dúvida, as peças deverão ser confrontadas com as originais de fábrica. Quando este regulamento não permitir clara e especificamente que a peça ou componente possa receber algum tipo de trabalho, esta deverá ser mantida original. Proibida toda e qualquer adição de material (solda, colagem, eletrólise, etc.) a qualquer elemento mecânico, seja motor, câmbio ou suspensão. A presente proibição somente não será aplicada nos casos em que este Regulamento expressamente permitir a execução de retrabalhos. As carrocerias poderão receber apenas pequenas modificações com o propósito de adequar os veículos e torná-los mais seguros para o uso em competição; motor original que poderá ser trabalhado, porém, o corpo do carburador terá que ser mantido, assim como toda a colocação e fixação dos componentes da suspensão.

 

ARTIGO 2 – CATEGORIA DIVISÃO 2: A subcategoria da LDA será disputada por veículos que se enquadrem na definição do art. 1 acima, devendo ser observadas as questões técnicas pertinentes aos motores, conforme artigo sexto (6º) abaixo.

 

ARTIGO 3 – IDENTIFICAÇÃO

3.1 – IDENTIFICAÇÃO A identificação da categoria deverá ser feita mediante colocação de adesivo no parabrisa e no vidro traseiro de cada veículo, sendo este um círculo com 200 mm de diâmetro, em fundo preto com letras ‗D-2‘ em branco.

 

ARTIGO 4 - CARROCERIAS E DIMENSÕES

4.1 – CARROCERIA A aparência externa deverá ser de maneira que o veículo possa ser facilmente identificado pela sua marca e modelo. Mantendo as características originais estéticas principais do veículo. A carroceria deverá ser confeccionada no mesmo material que o original do veículo, exceto quando se tratar de réplicas ou Karmann Ghia que será permitido carroceria de fibra de vidro. Permitido escopo ou abertura na parte da frente para auxiliar o arrefecimento (radiadores de água ou óleo e sistema de freio). Permitido o uso de acessórios e de apêndices aerodinâmicos de carros de corrida do mesmo modelo comprovados por registros de corridas de época. Não é permitido o uso de extrator, assoalho ou ―fundo plano ou na parte inferior do veículo. As dimensões do habitáculo deverão permanecer originais sendo obrigatória a manutenção do parabrisa com a mesma dimensão e formato do original, assim como a sua inclinação. É permitido o uso de spoiler, sendo este com o bico de até 10 cm. Embaixo deve terminar na largura do spoiler. Quanto a altura o carro com os quarto pneus muchos, o spoiler não deverá encostar no chão. É proibido o uso de aerofolio traseiro.

4.2 – MATERIAIS INFLAMÁVEIS Obrigatória a retirada dos bancos, laterais internas de papelão, forrações acústicas e demais materiais inflamáveis.

4.3 – PÁRACHOQUE Quando aplicável, será obrigatória a retirada dos parachoques. 4.4 – PARALAMAS Permitido rebater, cortar, retirar ou adicionar material das abas dos para-lamas desde que os mesmos mantenham suas formas originais ou similares aos veículos do mesmo modelo utilizados em competições de época.

4.5 – ESPELHOS RETROVISORES É obrigatório o uso dos espelhos retrovisores, interno e externo esquerdo e/ou direito, quando o veículo tiver sido produzido com estes, sendo liberado o uso de qualquer marca e modelo.

4.6 – VIDROS É permitido o uso de para-brisa laminado ou de policarbonato (mínimo de 4mm). No caso de uso de vidro temperado, este deverá fazer uso da adição de insulfilm transparente ou de película para blindagem transparente. Os demais vidros poderão ser substituídos por acrílico ou policarbonato.

4.7 LAY OUT E FIXAÇÃO DO CONJUNTO MOTRIZ Motor; Câmbio e Diferencial não podem ser deslocados, seja transversal ou longitudinalmente, em relação à fixação original. Deverá manter a configuração original quanto a local do motor e cambio do veículo original, ou a do VW Sedan (Fusca). Os veículos VW, ou que adotem sua plataforma, que tiverem seus motores substituídos pelo VW refrigerado a água, deverão manter a inclinação original do veículo, ou a da VW Kombi.

4.8 – TRAVA DO CAPÔ Obrigatória a instalação de travas de segurança no capô dianteiro assim como na tampa/porta traseira.

4.9 – FARÓIS É permitida a substituição dos faróis por chapas de alumínio, tela ou fibra de vidro, porém devendo-se manter o desenho original. Obrigatório que todas as lanternas e faróis sejam protegidos com película adesiva, do tipo contact transparente.

4.10 – GANCHOS DE REBOQUE Obrigatório a colocação de gancho de reboque na dianteira e na traseira do veículo, firmemente fixado. Identificado com cor contrastante com a cor do veículo para facilitar a sua identificação/localização, fixados com no mínimo dois parafusos de 8 mm.

 

ARTIGO 5 – PESO

5.1 - Nos veículos originalmente fabricados em chapa de aço, elementos como portas, capô e tampa traseira poderão ser substituídas por peças fabricadas em fibra de vidro, devendo-se manter o mesmo formato e dimensões das peças originais.

5.2 - Peso mínimo: a. Para os veículos equipados com motor original, com até 2.000 cc de capacidade: 900 quilos, conjunto carro + piloto, conforme E abaixo. b. Para os veículos equipados com motor não original, com até 2.000 cc de capacidade: 900 quilos, conjunto carro + piloto, conforme E abaixo. c. Para Réplicas nacionais, equipadas apenas com motor VW boxer refrigerado a ar com até 1.600 cc de capacidade: 850 quilos, conjunto carro + piloto, conforme E abaixo. d. Para veículos equipados com motor central, peso mínimo de 900 Kg, conjunto carro + piloto, conforme E abaixo. e. O carro será pesado com o piloto, com lubrificantes do motor e câmbio, fluido de freio e combustível nos níveis em que terminarem as competições e/ou as tomadas de tempo, não podendo ser adicionado nenhum dos líquidos e fluidos acima. Não será drenado o tanque de combustível. No caso de algum componente mecânico ou da carroceria ter caído durante as competições e/ou tomadas de tempo oficiais, este(s) componente(s) não poderá (ao) ser colocado(s) de volta no veículo para aferição do peso, ou seja, o veículo terá seu peso aferido nas exatas condições em que houver terminado as competições e/ou as tomadas de tempo oficiais. A palavra ―original , no caso, sim não se refere às dimensões do motor, mas ao modelo do carro. Qualquer material encontrado solto, em qualquer lugar do veículo, será retirado antes da aferição do peso.

5.3: Uso de Lastro: quando necessário, os lastros deverão ser blocos sólidos fixados no assoalho do veículo, na parte interna do habitáculo embaixo do banco do piloto com peso máximo de 10 kg por unidade, fixado com no mínimo dois parafusos de aço de 8 mm com reforço na parte inferior do assoalho por contra placa (tipo sanduíche) e lacrado quando da vistoria técnica. Fica livre o peso total de lastro utilizado, desde que respeite o peso da categoria.

 

ARTIGO 6 – MOTOR

6. 1 – MOTOR Poderá ser o original ou um motor substituto, quatro (4) cilindros, de fabricação nacional, com até 2 litros (2.000 cc) de deslocamento, com cabeçote de no máximo 2 válvulas por cilindro. No caso das Réplicas, motor VW boxer refrigerado a ar de fabricação nacional com até 1.6 litros (1.600 cc) de deslocamento, devendo sempre ser seguida a mesma configuração que o original (ex: os Porsche dos anos 1950 e 1960 utilizavam motor ―boxer refrigerados a ar, como o do VW Sedan).

6. 2 – QUANDO ORIGINAL: a. Taxa de compressão livre. b. É proibido o uso de turbo ou qualquer outra forma de sobre alimentação. c. Pistões e bielas, assim como o virabrequim e o eixo de comando de válvulas, podem ser trabalhados ou substituídos. d. É permitido trabalhar o cabeçote, assim como substituir válvulas. e. Obrigatório manter a câmara de combustão, no cabeçote. A preparação não poderá superar a cilindrada especificada no regulamento, havendo uma tolerância de 1mm na medida do cilindro.

6.3 – QUANTO AS SUBSTITUIÇÕES O cabeçote original poderá ser substituído por outro, desde que ele pertença ou seja original em outros veículos de mesma marca É proibida a substituição de carburadores por sistemas de injeção (direta ou indireta) de combustível. Para os modelos que originalmente já dispunham de injeção direta ou indireta de combustível, é proibido qualquer monitoramento eletrônico ao mesmo. É permitida a substituição do sistema por carburadores com borboletas de até 40 mm. A preparação não poderá superar a cilindrada especificada no regulamento, havendo uma tolerância de 1mm na medida do cilindro.

6.4 – PRODUÇÃO DE MOTORES Motores utilizados em automóveis produzidos no Brasil, de no máximo 4 cilindros, 8 válvulas e 2000cm³.

6.5 – CARBURADORES PERMITIDOS a. Até dois (2) carburadores de corpo duplo, com borboletas de 40mm. b. Não é permitido o uso de injeção eletrônica ou direta de combustível ou qualquer outro tipo de alimentação que não seja por meio de carburadores, exceto se essa for a original do veículo e de época. c. Não é permitido o uso de sistema de partida a frio. d. Poderão ser utilizados carburadores embuchados respeitando a câmara da borboleta em 40 mm, sem tolerância.

6.6 – ESCAPAMENTO a. É permitido o uso de qualquer tipo de escapamento nacional confeccionado em chapa de aço. b. A saída (s) não deverá (ão) formar saliência em relação à circunferência máxima do carro maior do que de 150 mm para fora. c. É obrigatória a utilização de abafador no escapamento sempre que o motor for acionado no interior dos boxes.

 

ARTIGO 7 – TRANSMISSÃO PARA AS RODAS

7.1 - CAIXA DE MUDANÇA a. Da marca com relações livres, ou VW — quando for esse o chassi adotado nacional. — que deverá ter equipado automóvel de fabricação b. É obrigatório ter marcha ré funcionando. c. Proibida caixa de mudanças seqüencial. d. Os veículos VW que adotam chassi tipo plataforma e motor a ar, que tiverem seus motores substituídos pelo VW refrigerado a água, poderão optar pela caixa de câmbio do VW Kombi a diesel, ou das versões mais modernas, refrigerados a água, podendo ser utilizada as tampas do câmbio Hiller MK8 ou MK9. e. É permitido o uso de blocante.

7.2 – DIFERENCIAL A caixa do diferencial original do veículo ou utilizada em algum outro carro da marca. São permitidas relações de engrenagens livres. É vedado o uso de controle eletrônico de tração. Os veículos VW e os que adotam chassi tipo plataforma e motor a ar, que tiverem seus motores substituídos pelo VW refrigerado a água, poderão trazer parte do conjunto do VW cinética.

7.3 – EMBREAGEM A, De procedência nacional ,somente permitido o uso de embreagem monodisco confeccionada de cerâmica ou lona, fica proibido o uso de embreagens de material de carbono ou de seus derivados b. Volante do motor original da marca, modelo ou confeccionado em aço, proibido o uso de volantes em alumínio. O peso do volante é livre.

 

ARTIGO 8 – SUSPENSÃO

8.1 — FIXAÇÃO O tipo e fabricação das bandejas; o tipo do eixo traseiro e o tipo de suspensão e molas, não poderão ser modificados ou substituídos por outro. O semi-eixo articulado, que permite a variação do ângulo de cambagem — típico do eixo traseiro do VW a ar —, poderá ser substituído pelo com junta homocinética, utilizado na VW Kombi e no VW Variant. Os pontos de fixação das bandejas não poderão ser deslocados, seja no sentido longitudinal ou transversal. É permitido a substituição das buchas e articulações por sistemas mais seguros em poliuretano e por rótulas de articulação joint(―ball ). Os veículos VW ou que adotam chassi tipo plataforma e motor a ar, que tiverem seus motores substituídos pelo VW refrigerado a água, poderão trazer parte do conjunto do VW Kombi. Poderá ser utilizada fixação superior com ajuste (Camber Plate).

8.2 – AMORTECEDORES E MOLAS É obrigatório a utilização de amortecedores a óleo e molas nacionais, quanto a marca, modelo e calibragem, inclusive sendo permitidos amortecedores com mola externa.

 

ARTIGO 9 - FREIOS

9.1 – FREIO a. Os circuitos, obrigatoriamente, devem ser independentes. b. O sistema de freios, dianteiro e traseiro, a disco ou a tambor, é livre, porém devem ter origem nacional, não são permitidos freios importados, somente original da marca. c. Proibido sistemas completamente independentes que adotem dois cilindros mestres.

9.2 – TOMADAS DE AR PARA FREIOS É permitido o uso de tomadas de ar para ventilação dos freios dianteiros e traseiros.

9.3 – FREIO DE ESTACIONAMENTO O sistema de freio de estacionamento (freio de mão) poderá ser retirado sendo opcional o seu uso

 

ARTIGO 10 - SISTEMA DE DIREÇÃO

10.1 – SISTEMA PERMITIDO Original do veículo, ou do chassi adotado, sem modificações e obrigatoriamente deverá usar somente componentes nacionais de série e coluna de direção retrátil. O mesmo é valido para veículos importados que, no entanto, deverão utilizar componentes de fabricação na origem. É terminantemente proibido soldar o braço ―pitmann , bem como qualquer outra peça do sistema de articulação.

10.2 – VOLANTE a. Permitida a utilização de volante de direção esportiva, exceto de madeira. b. Permitida também a colocação de cubo estriado de remoção rápida.

 

ARTIGO 11 - RODAS E PNEUS

11.1 – Rodas — Rodas dianteiras e traseiras com tala máxima de 8’’ , e diâmetro máximo de 15’’ sendo livre seu material. As medidas das rodas serão feitas na parte interna do aro no encosto da cinta do pneu, ou usando um compasso especial conforme especificação do fabricante da roda.

11.2 – PNEUS É permitido o uso de pneus apenas da marca DUNLOP, na medida máxima de 195 / 50 modelo FALKEN 914 ou 195 / 55 modelo LM 704 com risco aparente em toda a banda de rodagem, É expressamente proibido o uso de pneus ―RISCADOS, RECAPADOS OU REMOLDADOS e PNEUS ESPECIAIS de COMPETIÇÃO , bem como o uso de válvulas reguladoras eletrônicas de pressão. É permitido o uso de espaçadores de até 150 mm.

 

ARTIGO 12 – COMBUSTÍVEL

12.1-TIPO DE COMBUSTÍVEL Não é permitido o uso de Metanol ou qualquer combustível que não seja vendido comercialmente no autódromo.

12.2- ANALISE DE COMBUSTÍVEL Poderá ser analisado combustível, sendo qualquer alteração passível de desclassificação. Em caso de detecção de alteração no combustível, caberá recurso, sendo as custas da analise laboratorial externa (designado pela LDA), de integral responsabilidade do piloto.

12.3 – REABASTECIMENTO É proibido o reabastecimento durante a prova e no grid.

12.4 – TANQUE DE COMBUSTÍVEL Pode ser fixado próximo ao local original desde que esteja em local seguro.

12.5 –TUBULAÇÃO DE COMBUSTIVEL É permitida a substituição da canalização original de combustível por outra de qualquer diâmetro a qual, no entanto, não poderá passar por dentro do habitáculo, de acordo com o anexo J da FIA.

12.6 – BOMBA E FILTRO DE COMBUSTÍVEL É permitido o uso uma ou mais bombas de combustível que deverão ser posicionadas fora do habitáculo do veículo.

 

ARTIGO 13 - LUBRIFICAÇÃO E ARREFECIMENTO

13.1 – RESERVATÓRIO PARA RESPIRO Obrigatória a colocação de um reservatório translúcido de no mínimo 2 (dois) litros para os respiros do motor e transmissão do lado oposto ao coletor de escapamento.

13.2- RADIADOR Permitido o uso de radiador de óleo extra, com capacidade livre. Permitido o aumento, ou a troca do radiador de água. Capacidade livre.

13.3 – MANGUEIRAS Para veículos com motor traseiro, é permitida a passagem das mangueiras de óleo ou água pelo interior do veículo, dentro do túnel ou por baixo do veículo, porém sem emendas e bem fixadas e encapadas.

 

ARTIGO 14 - SISTEMA ELÉTRICO

14.1 – BATERIA Permitido o uso de chumbo ácido, fabricada no Brasil, com capacidade de 12 volts de qualquer marca, tipo selada.

14.2 – LUZES DE FREIO Obrigatório o uso de 2 (dois) pontos de lâmpadas de freio com capacidade de 21 watts, que ao final da prova esteja em perfeito funcionamento. Vide disposto no artigo 14 – parágrafo 1 do Regulamento Desportivo. Permitida a instalação de mais 2 (dois) pontos de lâmpadas na parte interna do habitáculo voltada para a parte traseira do veículo.

 

ARTIGO 15 – TELEMETRIA Permitido apenas o uso de painel digital tipo ―datalogger . Proibido telemetria em tempo real.

 

ARTIGO 16 - EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA

16.1 – BANCO DO PILOTO Obrigatória a instalação de um banco para piloto, homologado pela FIA / LDA. Somente será permitido o uso de trilhos conforme anexo J vigente ao anuário da FIA.

16.2 – EXTINTOR DE INCÊNDIO Obrigatória a colocação dentro do habitáculo do veículo de no mínimo 1 (um) extintor de incêndio de 4 kg (quatro quilos) de pó químico fixado na posição vertical.

16.3 – CINTO DE SEGURANÇA Obrigatória a instalação de cinto de segurança homologado FIA / LDA com medidas de 75 mm (3’’) de largura, com no mínimo 4 (quatro) pontos com fixação, conforme anexo J da FIA, ARTIGO 253.

16.4 – CHAVE GERAL E ALÇA DO EXTINTOR Obrigatória a utilização de uma chave geral e alça do extintor interno e externamente segundo o anexo "J" da FIA. Internamente a chave geral e alça do extintor deverão estar ao alcance do piloto sentado e com o cinto de segurança afivelado. Externamente a chave geral e a alça do extintor poderão ser instaladas do lado do piloto.

16.5 – TELA DE PROTEÇÃO Obrigatório o uso de tela de proteção na porta do piloto ou placa de policarbonato, cobrindo no mínimo 45% da área da janela.

 

ARTIGO 17 - ESTRUTURA DE SEGURANÇA (STO. ANTONIO)

17.1 – ARCO DE SEGURANÇA Obrigatório o uso de arco de segurança conforme Anexo J FIA, conforme desenho 253. Permitido soldar o arco de segurança na carroceria do veículo com adição de material, mas é obrigatório que além da solda, os apoios principais do arco de segurança no chassi sejam fixados por meio de no mínimo 4 (quatro) parafusos de 8 mm. de diâmetro em cada apoio, arruelas, porcas e contra– porcas. Obrigatório que o arco de segurança seja apoiado no chassi no mínimo por 4 (quatro) pontos. Os tubos do arco de segurança também deverão ser de aço carbono, estirados a frio com 38 mm de diâmetro externo e 2.5 mm. de espessura.

 

ARTIGO 18 - CONSIDERAÇÕES GERAIS

18.1 - Os casos omissos serão resolvidos de acordo com tradução do anexo ―J da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), publicado pelo Conselho Técnico Desportivo Nacional e da Liga Desportiva de Automobilismo. Eventuais alterações específicas poderão ser aplicadas na busca de equiparação de desempenho entre os veículos participantes.

 

Este regulamento foi aprovado pelos C.T.D.P. - Conselho Técnico Desportivo  da Liga Desportiva de Automobilismo.

 

São Paulo, 29 de dezembro de 2017.